Os ministros Luís Roberto Barroso e Nunes Marques, do Supremo Tribunal Federal (STF), suspenderam nesta segunda-feira (14) as quebras de sigilo de servidores do Ministério da Saúde e ex-assessores do ex-ministro Eduardo Pazuello.

Ao todo, na semana passada, a CPI quebrou os sigilos de cerca de 20 pessoas. Desde então, os alvos da decisão passaram a acionar o STF.

Em alguns casos, os ministros do tribunal mantiveram a quebra, como nos dos ex-ministros Pazuello e Ernesto Araújo (Relações Exteriores), e, em outros, suspenderam a decisão da CPI.

A decisão de Nunes Marques beneficiou:

  • Élcio Franco, ex-secretário-executivo do ministério;
  • Helio Angotti Neto, secretário de Ciência, Tecnologia, Inovação e Insumos Estratégicos.

 

A decisão de Barroso beneficiou:

  • Flávio Werneck, assessor de Relações Internacionais do Ministério da Saúde na gestão de Pazuello;
  • Camile Giaretta Sachetti, ex-diretora do departamento de Ciência e Tecnologia.

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