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O ano acaba com clássico para a Seleção. Às 20h30 (de Brasília) desta terça-feira (16), o Brasil faz seu último jogo em 2021 contra a Argentina, na cidade de San Juan, no interior do país vizinho. O duelo é válido pela 14ª rodada das Eliminatórias.

Finalistas das última Copa América, em julho, as rivais se encontram pela primeira vez desde o clássico em São Paulo, que acabou suspenso após intervenção de agentes da Anvisa e da Polícia Federal.

As duas seleções chegam em bom momento. A equipe comandada por Tite é líder invicta das Eliminatórias e já está classificada para a Copa do Mundo do Catar. Já a Argentina vem de uma sequência de 26 partidas sem derrotas – a última foi justamente para o Brasil, na semifinal da Copa América de 2019.

Na véspera do clássico, o Brasil passou a ter um importante desfalque. Neymar sentiu um desconforto muscular e nem sequer viajou para San Juan. Do outro lado, Messi está confirmado como titular, depois de ser poupado e jogar apenas 15 minutos contra o Uruguai, na sexta-feira.

Para também carimbar o passaporte para o Catar, os argentinos têm que vencer nesta noite e torcer para uma combinação de resultados. A Albiceleste torce que de Chile, Colômbia e Uruguai duas dessas seleções não vençam seus compromissos. A vaga no Mundial também pode vir com empate, mas aí duas dessas equipes não podem vencer e nem o Peru.

Em busca desse objetivo, Lionel Messi e companhia terão o apoio de um estádio lotado. Os 19 mil ingressos colocados à venda se esgotaram.

Argentina: técnico Lionel Scaloni
A principal dúvida na Argentina é a presença do volante Leandro Paredes, que não enfrentou o Uruguai, na última sexta. O jogador do Paris Saint-Germain se recupera de uma lesão na coxa e treinou com bola nos últimos dias. Caso não possa jogar, Guido Rodríguez deve ser titular.

Na véspera do clássico, Scaloni tratou o Brasil como “o mais vertical dos últimos tempos” e previu um jogo difícil.

Nas estatísticas nestas Eliminatórias, os argentinos têm números parecidos com os do Brasil, embora levem pequena desvantagem.

Escalação: Emiliano Martínez; Acuña, Otamendi, Romero, Molina; Paredes, De Paul, Lo Celso; Messi, Di María, Lautaro Martínez

Desfalques: Juan Foyth, Lucas Alario e Sergio Agüero (machucados)

Pendurados: Rodrigo De Paul, Germán Pezella, Giovanni Lo Celso, Nicolás Otamendi, Lucas Quarta, Ezequiel Palacios, Gonzalo Montiel, Nicolás Domínguez, Nicolás Tagliafico e Dybala.

Brasil: técnico Tite
Sem Neymar, há dois principais candidatos a ganhar a titularidade: Vini Júnior e Philippe Coutinho.

O primeiro vive grande fase no Real Madrid e entrou bem no segundo tempo do jogo contra a Colômbia, na quinta-feira. Para que Vini jogue, Lucas Paquetá terá de mudar de posição e jogar mais centralizado.

Já Coutinho, por característica e pela posição em que treinou nos últimos dias, seria o substituto natural de Neymar, mas o meia do Barcelona ainda está buscando o melhor nível após grave lesão no joelho, que o afastou dos gramados por quase um ano.

Além dessa, Tite deve fazer outras três mudanças. Éder Militão treinou no lugar de Thiago Silva, e Matheus Cunha, no de Gabriel Jesus. Casemiro, suspenso, dará lugar a Fabinho.

Escalação: Alisson; Alex Sandro, Éder Militão, Marquinhos, Danilo; Fabinho, Fred, Lucas Paquetá, Vinicius Júnior, Raphinha; Matheus Cunha

Desfalques: dois jogadores foram cortados por lesão antes da apresentação, o atacante Roberto Firmino e o zagueiro Lucas Veríssimo. Para este segundo jogo, Tite também perdeu Casemiro, suspenso, e Neymar, com dores musculares.

Pendurados: Thiago Silva, Marquinhos, Eder Militão, Casemiro, Fred, Fabinho, Gerson, Lucas Paquetá, Neymar e Gabriel Jesus. Entre os não convocados, ainda há Richarlison, Bruno Guimarães e Gabriel Barbosa.

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