Em mais uma tentativa de driblar a CPI da Covid, o ex-minsitro da Saúde Eduardo Pazuello tem uma carta na manga: um habeas corpus que está sendo produzido pela Advocacia-Geral da União (AGU). Com autorização do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), a AGU vai tentar blindar o militar, para que ele responda apenas aos questionamentos que quiser no Senado.

De acordo com fontes do Palácio do Planalto, a AGU é a responsável pelo trâmite. A expectativa é de que a peça seja protocolada no Supremo Tribunal Federal (STF) nesta semana.

Mais cedo, o advogado-geral da União, André Mendonça, se reuniu com o presidente Jair Bolsonaro, que autorizou o procedimento.

Pazuello foi chamado à CPI – que investiga a atuação do governo federal frente à pandemia de Covid-19 – como testemunha e, por isso, ele é obrigado a se manifestar.

A oitiva do ex-ministro está marcada para o próximo dia 19. Senadores falam em “manobra” de Pazuello para evitar o depoimento.

O Metrópoles entrou em contato com a assessoria da AGU, que não retornou. O espaço segue aberto.

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