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A proibição da paralisação dos caminhoneiros, na manhã desta segunda-feira (1), pela Justiça Federal, não foi suficiente para a categoria desistir do movimento. Segundo o presidente do Sindicato dos Caminhoneiros na Paraíba, Marcos Antônio Rodrigues, o processo deverá se ampliar, e mesmo com a proibição, já está sendo estudada outras estratégias para reivindicar as bandeiras de luta contra a carestia constante no preço dos combustíveis e a falta de reajuste no preço dos fretes.

“Fomos notificados às 4 horas da manhã com o mandado do juiz proibindo a nossa greve. Ainda tentamos recorrer, mas o interdito proibitório permaneceu, já que o juiz manteve a decisão”, disse ao programa Arapuan Verdade, nesta segunda-feira (1).

O sindicalista negou que o movimento tinha a intenção de bloquear as principais rodovias da Paraíba. “Nossa greve era uma interdição parcial, com a liberação para cargas especiais como medicamentos, cargas vivas, ambulâncias, entre outras, como sempre fazemos. Até os caminhoneiros tinham a liberdade de parar ou não”, explicou.

Ainda segundo ele, a orientação do Comando de Greve Nacional é de que novas mobilizações deverão seguir com outras estratégias, “a orientação é de que possamos traçar outras formas para reivindicar. Vamos estudar outras formas que a lei permite, já que nosso direito de greve não existe mais”, disse.

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