SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) — A Caixa deposita nesta quarta-feira (22) a sexta parcela do auxílio emergencial para quem nasceu em fevereiro e não é inscrito no Bolsa Família. O benefício começou a ser pago na terça (21) aos aniversariantes de janeiro e os depósitos da sexta parcela vão até 3 de outubro, quando os nascidos em dezembro recebem.

A quantia, que varia de R$ 150 a R$ 375, fica disponível na poupança digital, que pode ser movimentada pelo aplicativo Caixa Tem, para compras via cartão de débito virtual ou para pagamento de boletos em geral. O saque e a transferência da grana da sexta parcela serão autorizados a partir de 4 de outubro, também seguindo a ordem do mês de aniversário.

Para quem é inscrito no Bolsa Família, o pagamento começou na última sexta-feira (17) para as famílias com NIS (Número de Identificação Social) final 1. Nesta quarta (22), os beneficiários com NIS final 4 têm acesso à grana, que pode ser movimentada pela poupança digital ou sacada com o Cartão Cidadão ou com o Cartão Bolsa Família.

Neste mês, 5,4 milhões de cadastrados no programa de transferência de renda não irão receber o auxílio emergencial porque deixaram de ser elegíveis.

ÚLTIMA PARCELA

A sétima e última parcela do auxílio começará a ser creditada em 18 de outubro para quem é do Bolsa Família. As demais famílias começam a receber no Caixa Tem em 20 de outubro, com saques a partir de 1º de novembro. Não há previsão de renovação do programa.

O auxílio emergencial, benefício criado pelo governo federal para ajudar a população cuja renda foi comprometida na pandemia, é pago às famílias com renda mensal total de até três salários mínimos (R$ 3.300), sendo que a renda por pessoa deve ser de até meio salário mínimo (R$ 550).

Para quem recebe o Bolsa Família, vale a regra do valor mais vantajoso, seja a parcela paga no programa social, que é de R$ 233,94, em média, seja o auxílio.

A Dataprev (empresa de tecnologia do governo federal) faz um pente-fino mensal para saber se as pessoas cadastradas no auxílio emergencial ainda atendem aos requisitos e, portanto, seguem com direito às cotas finais do benefício federal.

Para saber se o trabalhador receberá a sexta e a sétima parcela, é necessário consultar o site da Dataprev ou este link do Ministério da Cidadania.

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