O presidente Jair Bolsonaro reafirmou nesta terça-feira (20), sua intenção de vetar o fundo eleitoral de R$ 5,7 bilhões, mas disse que a palavra final será do Congresso, a quem cabe manter ou derrubar o seu veto. Bolsonaro sugeriu que a correção deveria ter sido feito pela inflação.

“No ano retrasado, eu sancionei algo parecido, mas levando-se em conta a inflação do período. Eu não tinha como vetar. Alguns queriam que eu vetasse mesmo assim. Se eu vetar, eu estou incurso no artigo 85 da Constituição, que fala dos crimes de responsabilidade”, disse o presidente.

O valor do fundo eleitoral, três vezes maior que o destinado às eleições de 2018, foi aprovado na semana passada pelo Congresso na votação da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), que estabelece os parâmetros para o Orçamento do próximo ano.

Bolsonaro disse que tem “liberdade de vetar” porque o Congresso “extrapolou o valor”.

“Nesse caso, como houve uma extrapolação, extrapolou o valor, foi muito acima do que ocorreu por ocasião das eleições de 2018, então eu tenho a liberdade de vetar”, disse.

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