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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) — O bispo Giacomo Cirulli, que lidera duas dioceses na região da Campânia, no sul da Itália, divulgou uma diretriz que proíbe padres e outros membros da igreja de distribuírem a comunhão nas missas caso não estejam vacinados contra a Covid-19.

No decreto do último sábado (8), Cirulli afirma que a pandemia “está em constante e sério agravamento” e convida os fiéis sob seus cuidados ministeriais a “respeitar e cumprir rigorosamente a profilaxia e as normas sanitárias” para conter o avanço do coronavírus.

Além de recordar as palavras do papa Francisco, que se referiu à vacinação como “um ato de amor”, o bispo reforçou orientações práticas como a que proíbe o uso de água benta e o recebimento da hóstia direto na língua.

Após a repercussão, Cirulli divulgou um novo comunicado nesta segunda-feira (10) em que afirma que sua decisão “confirma a linha de respeito e proteção da vida que neste momento histórico põe em pauta as escolhas de cada indivíduo”.

Ecoando o trecho de outro discurso do papa Francisco, o bispo afirma ainda que “as vacinas não são um meio mágico de cura, mas certamente representam, além dos tratamentos que precisam ser desenvolvidos, a solução mais razoável para a prevenção da doença.”

Enquanto enfrenta uma alta vertiginosa de casos, a Itália tornou obrigatória na semana passada a vacinação a pessoas com mais de 50 anos, numa tentativa de aliviar a pressão no serviço de saúde e reduzir mortes.

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