Ao menos quatro pessoas focaram feridas durante a explosão de uma bomba em um cemitério não muçulmano em Jidá, na Arábia Saudita. O ataque foi registrado quando ocorria uma homenagem aos combatentes da Primeira Guerra Mundial.

O evento contava com a participação de diplomatas europeus, incluindo os do consulado francês. Eles confirmaram o ataque. O Ministério das Relações Exteriores da França informou que “a cerimônia anual que comemora o fim da Primeira Guerra Mundial (…) foi alvo de um ataque nesta manhã, que feriu várias pessoas”.

Em um comunicado, a França “condenou o ataque e o considerou covarde e injustificável”. A emissora de televisão Al Jazeera também teve a confirmação da explosão por um funcionário da Grécia, que não quis revelar o nome. Segundo ele, um dos quatro feridos é grego.

Na terça-feira (10), o presidente da França, Emmanuel Macron, organizou uma cúpula de líderes europeus para discutir o que chama de “radicalismo islâmico”. “A prioridade é implementar integralmente todas as medidas que adotamos em 2015 após os ataques terroristas daquela época”, disse Macron.

Além das medidas de cinco anos atrás -maior cooperação entre as forças policiais, bancos de dados conjuntos e melhor compartilhamento de inteligência-, Macron defende uma repressão conjunta a conteúdo terrorista online.

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