Com o fim das eleições gerais e a divulgação dos resultados aos cargos de chefe do Executivo no Estados brasileiros pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a política estadual passou por uma reconfiguração e conheceu os 27 novos governadores que irão comandar as unidades federativas do país. Do total, 15 disputas regionais tiveram fim ainda no primeiro turno, em 2 de outubro, um aumento em relação aos 13 embates que tiveram fim na primeira votação em 2018. O Partido dos Trabalhadores, que conseguiu conquistar a cadeira da presidência da República, também governará outros quatro Estados: Bahia, com Jerônimo Rodrigues; Ceará, com Elmano de Freitas; Piauí, com Rafael Fonteles; e Rio Grande do Norte, com Fátima Bezerra. Em paralelo à sigla de esquerda está o União Brasil, que em sua primeira disputa também elegeu quatro governadores: no Amazonas, com Wilson Lima; Goiás, com Ronaldo Caiado; Mato Grosso, com Mauro Mendes; e Rondônia, com Marcos Rocha.

Em seguida, com três representantes eleitos entre as votações ocorridas em outubro, estão o Movimento Democrático Brasileiro (MDB), o Partido Socialista Brasileiro (PSB) e o Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB). Tradicional legenda da política brasileira, o MDB fará a gestão de Alagoas, com Paulo Dantas; Distrito Federal, com Ibaneis Rocha; Pará, com Helder Barbalho. Já o PSB passará a comandar o Espírito Santo, com Renato Casagrande; Maranhão, com Carlos Brandão; e Paraíba, com João Azevedo. Sigla que já ocupou a Presidência e até o início das apurações correu o risco de não eleger nenhum representante estadual, o PSDB obteve êxito em vencer as disputas no Mato Grosso do Sul, com Eduardo Riedel; Pernambuco, com Raquel Lyra; e Rio Grande do Sul, com Eduardo Leite. Com dois governadores eleitos, estão o Partido Social Democrático (PSD), que governará o Paraná e o Sergipe, com Ratinho Júnior e Fabio Mitidieri, respectivamente; o Partido Progressistas (PP), no comando do Acre e Roraima, com Gladson Cameli e Antonio Denarium; o Partido Liberal (PL), no Rio de Janeiro e em Santa Catarina, com Cláudio Castro e Jorginho Melo; e o Republicanos, que terá sob seu poder o Estado de São Paulo e do Tocantins, com Tarcísio de Freitas e Wanderlei Barbosa. Únicos partidos que elegeram apenas um representante, o Novo continuará a governar o Estado de Minas Gerais através de Romeu Zema e o Solidariedade fará a gestão do Amapá, com Clácio Luis. As demais legendas não exercerão, pelos próximos quatro anos, nenhum mandato nos Palácios estaduais pelo país.

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