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Ex-ministro da Defesa, Fernando Azevedo deixou o ministério de Jair Bolsonaro em março deste ano, durante uma crise que marcou a reformulação do comando militar no governo.

Depois da demissão, Azevedo mergulhou. Recentemente, no entanto, ele aceitou o convite para ser diretor-geral do TSE e trabalhar com Alexandre de Moraes na Justiça Eleitoral.

A nova missão do general bastou para que sua figura fosse colocada na lista de “traidores” de Bolsonaro entre militares bolsonaristas da reserva e auxiliares do Planalto.

“É o novo Santos Cruz”, diz um ex-colega dele.

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