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O Banco Central elevou a taxa básica da economia (Selic) pela 11ª vez consecutiva, em meio a um cenário de pressões inflacionárias persistentes, tanto no Brasil quanto no exterior. Na última quarta-feira, o Comitê de Política Monetária (Copom) reajustou a Selic de 12,75% para 13,25% ao ano e, em comunicado, informou que um aumento de igual ou menor intensidade será feito na próxima reunião, em agosto. Contudo, não sinalizou quando vai conseguir parar, de fato, o ciclo de alta iniciado em março de 2021 devido, em grande parte, às incertezas e à piora no quadro fiscal.

Com a perspectiva de que a Selic continuará subindo, podendo até ficar entre 14% e 15% ao ano em algumas previsões de analistas, os financiamentos ficam mais caros e o Brasil se mantém no topo dos rankings de empréstimos mais caros do mundo. Já os investimentos em renda fixa estão mais atrativos, especialmente para quem não quer correr riscos em um ano tipicamente turbulento, devido às eleições.

Fonte: Rosana Hessel – Correio Braziliense
correiobraziliense.com.br

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