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1 – Faz a pose, olha o flash! Quem foi flagrado com a boca na botija foi o deputado bolsonarista Josimar Maranhãozinho (PL-MA). Imagens obtidas pela Revista Crusoé trazem o nobre parlamentar numa atitude nada nobre, com a mão cheia de dinheiro de emenda parlamentar, desviado da saúde e de obras, segundo apuração da Polícia Federal. A Rede entrou com pedido de cassação do mandato dele no Conselho de Ética da Câmara.

Josimar mete a mão na grana
Josimar mete a mão na grana

2 – Que tal contratar sem licitação, por R$ 3,6 milhões, uma empresa sem funcionários ou sede física? E cuja proprietária se inscreveu para receber auxílio emergencial em 2020? Cheirinho de mutreta? Não para a Secretaria da Cultura, comandada por Mario Frias, que escolheu a construtora Imperial Eireli, da Paraíba, para prestar serviços de manutenção do Centro Técnico Audiovisual, no Rio de Janeiro. As revelações são do Uol e do jornal O Globo.

3 – Por associar a vacina contra a Covid-19 ao aumento na chance de contrair o vírus HIV, o ministro do Supremo, Alexandre de Moraes, determinou a abertura de inquérito contra o presidente Bolsonaro. Como a letargia toma conta da Procuradoria-Geral da República, Moraes aproveitou para criticar o órgão comandado por Augusto Aras. A PGR alegou que as declarações de Bolsonaro estavam sendo apuradas internamente, mas Moraes exigiu acompanhamento do STF.

4 – Se depender de Guilherme Boulos, do PSol, nada de unir Lula a Geraldo Alckmin numa mesma chapa na eleição presidencial. Palavras dele à Globo News: “Agora, essa discussão sobre o vice ser o Alckmin, eu considero um mau sinal. Porque, primeiro, tem uma questão do simbolismo negativo”.

5 – Nas redes sociais, ela é a Tininha Mattos. A jovem ficou famosa após gravar comentários em que lamentava não ter encontrado Bolsonaro e seus filhos no Rio de Janeiro. A blogueira dizia que, se os achasse, teria feito um “escândalo” e até mesmo dado uma facada em Bolsonaro e “provavelmente” em Eduardo, “que é quem mais odeia”. Acabou intimada a depor na Polícia Civil. O caso está na Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática.

6 – De Sergio Moro, cada dia mais candidato a presidente pelo Podemos: “O brasileiro não pode ser obrigado a escolher um governo que, no passado, foi marcado por dois escândalos de corrupção, o mensalão e o petrolão, e o atual governo, da rachadinha”.

7 – Para quem não viu, segue o momento de comoção que tomou conta da sala onde Michelle Bolsonaro e André Mendonça acompanharam, ao lado de líderes evangélicos, a aprovação do nome dele para a vaga aberta há quase quatro meses, com a saída de Marco Aurélio Mello do STF. Eu ouvi amém?

8 – Para comparecer à posse de André Mendonça, só mesmo com a carteira de vacinação da Covid-19 em dia. Exigência do STF, e valerá para Bolsonaro, caso o presidente queira ir ao evento.

9 – Não basta indicar um ministro do Supremo “terrivelmente evangélico”, líderes religiosos do Centrão estão de olho na indicação do vice de Bolsonaro na eleição do ano que vem. A conferir!

10 – Rodrigo Pacheco, presidente do Senado, agora diz que cumprirá decisão da Justiça para tornar público quem recebeu grana do orçamento secreto: “Que sejam adotadas as providências necessárias para o cumprimento (…) da mencionada decisão do Supremo Tribunal Federal, bem como para que, apesar da inexistência de obrigação legal anterior de registro dos pedidos formulados ao relator-geral (…), sejam adotadas as providências possíveis para individualizar e detalhar as indicações das emendas”, diz trecho de documento do Senado.

11 – Caiu-se a Lei de Segurança Nacional, então caia também o processo movido contra o ex-procurador-geral Rodrigo Janot com base nessa mesma lei. É o que esperam seus advogados, que entraram com pedido de habeas corpus para arquivar investigação sobre seu plano de matar Gilmar Mendes revelado em seu livro de memórias. Alegam que, sem a LSN, não há processo, e tudo não passou de mera cogitação.

12 – Prorrogado por mais 60 dias o inquérito que apura pagamento de propinas de R$ 5 milhões aos senadores Renan Calheiros e Romero Jucá. A Procuradoria-Geral precisa estender as investigações que começaram em 2017 e Edson Fachin, do STF, deu o tempo que eles pediram.

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