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O presidente Bolsonaro ficou furioso com a decisão do ministro Luís Roberto Barroso, do STF. E não escondeu isso de ninguém. Tanto que ordenou que o gabinete do ódio entrasse em ação. O pedido foi muito claro: infernizar a vida do magistrado pelas redes sociais.

Conforme apurou o DCM, as fotos do ministro com João de Deus e um show de Bell Marques não é uma manifestação “espontânea”. Tudo foi muito bem calculado e pensado pelos bolsonaristas da ala ideológica, liderada por Carlos Bolsonaro.

Em conversas com aliados do Centrão, o governante pediu uma reação do Congresso. Ele quer encontrar mecanismos para derrubar a decisão do magistrado. Escutou dos partidos que o apoiam que era impossível. E também soube que a maioria dos congressistas é favorável ao passaporte da vacina.

“É uma guerra perdida no STF e no Congresso Nacional. O passaporte da vacina é um desejo geral, apenas o Palácio do Planalto resiste. Então resta para o presidente apenas a discussão midiática para agradar seus eleitores. Mesmo assim, um assunto que fica restrito apenas as redes sociais”, comentou um deputado da base que apoia o governo bolsonarista.

 

Apoiador diz que Bolsonaro falou em “fechar o Supremo”

Bolsonaro voltou a reclamar da atuação do Supremo Tribunal Federal. Na opinião dele, os ministros querem governar o Brasil. “Ele falou que, quando não é o Moraes, é o Barroso. Quando não é o Barroso, é a Rosa Weber. E assim vai. A irritação é muito grande”, acrescentou.

“Em um momento mais calmo, ele chegou a dizer ‘Tem que fechar essa p…’. Depois riu e falou que não pode falar aquilo publicamente. Porque senão a imprensa cai matando. E riu de novo. É o jeito dele”, completou.

Por Daniel César e Naian Lucas Lopes

 

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