
O petróleo Brent foi negociado perto de US$ 105 (cerca de R$ 551,61) por barril nesta segunda-feira (16), enquanto os países do Golfo relatavam mais ataques do Irã. A guerra travada entre EUA-Israel contra o Irã entra em sua terceira semana.
O barril de Brent, o padrão internacional, subiu 1,6%, para US$ 104,73 (cerca de R$ 550,19). O preço apresentou uma leve queda após abrir acima de US$ 106 (cerca de R$ 556,87) por barril. A valorização é de mais de 40% desde o início da guerra.
O petróleo bruto de referência dos EUA subiu 1%, para US$ 99,68 (cerca de R$ 523,66) por barril. A valorização acumulada desde o início da guerra é de quase 50%.
No mercado de ações, o índice Nikkei 225 de Tóquio caiu 0,4%, para 53.609,49, enquanto o Kospi da Coreia do Sul subiu 0,6%, para 5.521,17.
O petróleo Brent foi negociado perto de US$ 105 (cerca de R$ 551,61) por barril nesta segunda-feira (16), enquanto os países do Golfo relatavam mais ataques do Irã. A guerra travada entre EUA-Israel contra o Irã entra em sua terceira semana.
O barril de Brent, o padrão internacional, subiu 1,6%, para US$ 104,73 (cerca de R$ 550,19). O preço apresentou uma leve queda após abrir acima de US$ 106 (cerca de R$ 556,87) por barril. A valorização é de mais de 40% desde o início da guerra.
O petróleo bruto de referência dos EUA subiu 1%, para US$ 99,68 (cerca de R$ 523,66) por barril. A valorização acumulada desde o início da guerra é de quase 50%.
No mercado de ações, o índice Nikkei 225 de Tóquio caiu 0,4%, para 53.609,49, enquanto o Kospi da Coreia do Sul subiu 0,6%, para 5.521,17.
No entanto, segundo relatos, alguns navios-tanque atravessaram o estreito, aumentando a incerteza.
Se a guerra continuar a prejudicar a produção e o transporte de petróleo do Golfo Pérsico, poderá causar um aumento prejudicial da inflação.
Os membros da Agência Internacional de Energia estão disponibilizando um número recorde de 400 milhões de barris de petróleo de suas reservas de emergência, embora isso pareça ter feito pouco para tranquilizar os mercados.
Expectativas mais elevadas de inflação complicam os esforços do Federal Reserve para reduzir as taxas de juros e, assim, ajudar a economia. Não se espera que o banco central americano reduza as taxas em sua reunião de política monetária desta semana.
Um novo panorama dos gastos do consumidor divulgado na sexta-feira mostra que a inflação subiu ligeiramente em janeiro, mesmo antes da guerra com o Irã provocar uma disparada nos preços do petróleo e do gás.
O Departamento de Comércio informou na sexta-feira que os preços ao consumidor subiram 2,8% em janeiro em comparação com o ano anterior. Mas, excluindo os voláteis alimentos e energia, os preços básicos subiram 3,1%, o maior aumento em quase dois anos.
Ainda assim, os consumidores aumentaram seus gastos a um ritmo sólido de 0,4% em janeiro, com suas rendas crescendo no mesmo ritmo, de acordo com o relatório.
A mais recente pesquisa de confiança do consumidor da Universidade de Michigan, divulgada na sexta-feira, mostrou uma leve queda, atingindo o menor nível do ano devido ao aumento do preço da gasolina desde o início da guerra no Irã.
Wall Street também recebeu uma atualização sobre o desempenho do crescimento econômico dos EUA no trimestre de outubro a dezembro. A economia, prejudicada pela paralisação do governo que durou 43 dias no outono passado, cresceu a uma taxa anual lenta de 0,7% , uma revisão para baixo em relação à estimativa inicial do mês passado.
Em outras negociações realizadas no início desta segunda-feira, o dólar americano caiu para 159,47 ienes japoneses, ante 159,55 ienes. O euro subiu para US$ 1,1442, ante US$ 1,1425.
G1




