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Conheça processo usado por amigos e familiares de Preta Gil para transformar cinzas em diamante

Amigos e familiares de Preta Gil recorreram a um procedimento que usa o carbono presente nas cinzas para criar diamantes de laboratório, um processo que combina alta tecnologia, pressão extrema e um toque de simbolismo afetivo.

Em um laboratório, técnicos explicam que tudo começa separando o carbono ainda existente nas cinzas de outros componentes.

“Usamos o carbono, depois, aplicamos nanotecnologia para remontar esse carbono até que ele se transforme em diamante”, diz Marcio Miyazaki, empresário e um dos sócios da Stargen Diamonds, empresa responsável por realizar o processo.

Foi desse processo que nasceram 12 diamantes feitos a partir das cinzas da artista. “É algo a mais, algo para olhar e lembrar da pessoa querida”, continua.

O diamante de 0,3 quilate da família Gil está pronto para ser entregue. Os diamantes destinados aos amigos de Preta também estão sendo enviados a eles.

Anos atrás, Duh Marinho, Gominho, duas amigas e Preta tatuaram um diamante no dedo, um símbolo de amizade que, agora, se torna “muito mais”.

O diamante recebe um número de certificação marcado a laser, visível com uma lupa de 40 vezes, e inclui o nome da pessoa homenageada. Quando um feixe de luz encontra o diamante, ele se multiplica, o que serve como uma lembrança de que a luz da pessoa “continua se multiplicando infinitamente”.

“É igual diamante. Não quebra. A Preta é isso… Ninguém destrói, ninguém quebra. E ela era essa pessoa”, concluiu Gominho 

G1

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