O segundo figurão em destaque no livro de Eduardo Cunha é o do atual presidente da Câmara, Rodrigo Maia.

Cunha descreve Maia, hoje aliado do PT contra Jair Bolsonaro, como um personagem desesperado pelos holofotes do impeachment de Dilma Rousseff.

Alguém que “queria todas as posições para ele”. Maia, segundo Cunha, lutou tanto para cassar Dilma que quase chegou a atrapalhar o plano em curso ao disputar com Jovair Arantes o posto de relator da Comissão Especial do Impeachment.

Cunha vetou Maia por achar que ele não tinha força para a tarefa.

Tchau Querida, O Diário do Impeachment terá 740 páginas que prometem reabrir muitas feridas de 2016. A obra está em fase de revisão textual enquanto Cunha decide qual editora publicará o calhamaço. Três disputam a obra. O ex-presidente da Câmara deve fechar com a Matrix Editora.

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