SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) — O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) reconheceu em um programa de TV nesta terça-feira (15) a vitória de Joe Biden nas eleições dos Estados Unidos.

Em entrevista ao programa Brasil Urgente, da TV Bandeirantes, Bolsonaro disse que esperou que os delegados do Colégio Eleitoral confirmassem o resultado favorável ao democrata do pleito de 3 de novembro, o que aconteceu na segunda-feira (14).

“Alguns minutos antes de entrar no ar eu já dei um ‘start’ para o nosso ministro Ernesto Araújo [Relações Exteriores], para ele fazer essa comunicação nossa, nas redes oficiais do governo. Depois, nas minhas redes particulares”, disse Bolsonaro na entrevista.

“Da minha parte, e da parte dele com toda certeza, o americano é pragmático, nós vamos fazer um trabalho de cada vez mais aproximação”, afirmou o presidente, um dos últimos chefes de Estado a reconhecer a vitória.

Somente depois da entrevista, o Itamaraty divulgou nota com o título “Cumprimentos do presidente Jair Bolsonaro ao presidente-eleito dos EUA Joe Biden”.

“Saudações ao presidente Joe Biden, com meus melhores votos e a esperança de que os EUA sigam sendo a terra dos livres e o lar dos corajosos”, diz trecho da nota.

“Estarei pronto a trabalhar com V. Exa. e dar continuidade à construção de uma aliança Brasil-EUA, na defesa da soberania, da democracia e da liberdade em todo o mundo, assim como na integração econômico-comercial em benefício dos nossos povos”, conclui o comunicado.

Imediatamente depois, Bolsonaro também se manifestou em suas redes sociais, reproduzindo a nota do Itamaraty. No Twitter, o presidente brasileiro ressaltou a relação entre Brasil e Estados Unidos, mencionando a “integração econômico-comercial em benefício de ambos os povos”.

“Saudações ao Presidente Joe Biden, com meus melhores votos e a esperança de que os EUA sigam sendo “a terra dos livres e o lar dos corajosos””, disse Bolsonaro.

“Estarei pronto a trabalhar com o novo governo e dar continuidade à construção de uma aliança Brasil-EUA, na defesa da soberania, da democracia e da liberdade em todo o mundo, assim como na integração econômico-comercial em benefício dos nossos povos”, concluiu.

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