O governo de João Doria não revelou ao Tribunal de Contas de São Paulo os custos da compra de 6 milhões de doses da Coronavac e da matéria-prima para produzir outras 40 milhões de doses no estado, diz a Crusoé.

Em resposta ao tribunal, a Secretaria da Saúde e o Instituto Butantan afirmaram que não era possível revelar os gastos à corte porque os pagamentos das vacinas são feitos pela Fundação Butantan, que é uma entidade privada.

O argumento não convenceu o conselheiro Dimas Ramalho, relator das contas anuais do governador no TCE.

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