O deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), presidente da Câmara dos Deputados, reafirmou nesta terça-feira (13) que a inclusão dos atuais servidores na reforma administrativa provocaria judicialização e impediria o avanço da matéria na Casa. A matéria tramita no Congresso.

O governo encaminhou proposta sem que as mudanças alcance os atuais servidores. Essa media fez o mercado financeiro reagir mal ao projeto. Na semana passada, deputados que integram a Frente Parlamentar Mista da Reforma Administrativa entregou à Rodrigo Maia, e ao ministro Paulo Gudes (Economia) um documento pedindo que o texto original seja alterado e os atuais servidores sejam incluídos na reforma.

Maia disse em entrevista à CNN Rádio acreditar que essa alteração iria impedir a reforma de avançar com rapidez.

O presidente da Câmara disse ainda que a reforma tributária pode ser votada no plenário da Casa depois do primeiro turno das eleições municipais, já que cumpriu os prazos da Comissão, mas ressaltou que é preciso chegar a um acordo entre os parlamentares e com o Executivo para votar a proposta.

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