Só 12 procuradores em todo o país se inscreveram no edital lançado em julho pela PGR para recrutar colaboradores para as forças-tarefas da Lava Jato em Curitiba, Rio e São Paulo, além dos grupos da Greenfield e Postalis, em Brasília.

A iniciativa foi anunciada pela gestão de Augusto Aras como uma forma de “reforçar” as forças-tarefas, sem aumentar gastos, mas foi vista por procuradores que já integram os grupos como uma estratégia de enfraquecer as operações.

 

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