A Justiça suspendeu por um praz de 10 dias as eleições indiretas que a Câmara Municipal de Bayeux iria realizar dia 13 de agosto para prefeito e vice-prefeito, além de cancelar o edital de convocação para o processo eleitoral.

A decisão judicial atendeu um pedido de liminar impetrado pela vereadora Lucília de Freitas (Democratas) que teve o nome indeferido pelo partido e não pôde se inscrever, dentro do prazo, para concorrer ao pleito.

A Procuradoria da Câmara chegou a ingressar com outro pedido de liminar para tentar anular as eleições indiretas para que o caso da vereadora fosse resolvido mas o pleito não foi acatado pelo juiz Miguel de Brito.

O presidente da Casa, Inaldo Andrade, disse que “o edital de convocação é bem claro e prevê que qualquer candidato que tivesse feito sua filiação dentro do prazo, atendendo a abertura da janela partidária, teria o direito de ser candidato e não precisara do prazo de seis meses”.

Já o capitão Antônio, pré-candidato a prefeito de Bayeux pelo Democratas nas eleições municipais deste ano em novembro, confirmou que o partido não autorizou a vereadora Lucília a concorrer as eleições indiretas, uma vez que o DEM tem outro projeto político que é o de concorrer as eleições municipais de Bayeux.

“Nós não autorizamos, porque não faz parte do projeto do Democratas participar dessa eleição indireta, deste imbróglio que a cidade está atravessando. A cidade vive um momento antidemocrático. E nós temos uma pré-candidatura a prefeito consolidada e sólida para as eleições diretas que acontecem no dia 15 de novembro. Portanto, não fazia parte dessa programação. E nós passamos tudo isso para a vereadora”, contou.

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