“Na Europa, Itália, França e Espanha tiveram explosões de casos, mas conseguiram implementar, em meio ao pânico, políticas consistentes de isolamento. No índice de mobilidade de smartphones rastreados pelo Google, esses três países atingiram quedas de 80% em alguns quesitos (como presença no varejo ou em terminais viários), enquanto nos EUA e no Brasil os números variaram de 50% a 60%, com perda subsequente de adesão.”

“Aprendemos com essa pandemia que a política supera as condições estruturais da saúde, para o bem e para o mal. Em dois países continentais, com estruturas federativas complexas, a coordenação no plano nacional era crucial, mas não existiu. Além disso, atitudes de negacionismo causaram problemas na comunicação, essencial no controle de epidemia, porque ela depende de comportamentos individuais e comunitários.”

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