O presidente Jair Bolsonaro afirmou neste sábado (18) que o novo imposto sobre transações defendido pelo ministro Paulo Guedes (Economia) não é a CPMF. Ele, no entanto, não disse se é favorável à proposta.

Em uma das etapas da reforma tributária, Guedes planeja apresentar um imposto para incidir sobre transações digitais.

As alíquotas estudadas pelo ministro variam de 0,2% a 0,4%, com potencial de arrecadação anual de R$ 60 bilhões a R$ 120 bilhões, que seriam usados para bancar uma desoneração da folha de pagamentos.

“O que o Paulo Guedes está propondo não é CPMF, não. É uma tributação digital. É uma compensação, é eliminar um montão de encargos em troca de outro. Agora, se a sociedade não quiser, não tem problema nenhum”, disse em transmissão ao vivo em redes sociais, enquanto falava com apoiadores no palácio da Alvorada.

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