O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quinta-feira, 9, que deve anunciar nesta sexta-feira quem será o novo ministro da Educação. A situação de quem ficará à frente da pasta está incerta desde a saída de Abraham Weintraub do cargo e da desistência de Carlos Alberto Decotelli. No último domingo, Roberto Feder anunciou nas redes sociais que recusou o convite para assumir o MEC.

“Quando a pessoa vê o problema que é ser ministro recua. Mas precisamos começar a mudar a educação no Brasil, porque o que foi feito até agora não deu certo. Eu analiso o currículo de todo mundo, conversei com umas seis pessoas pessoalmente. Se Deus quiser, vamos acertar com um nome que indicaremos amanhã”, disse Bolsonaro.

Infecção por coronavírus

O presidente, que foi diagnosticado com Covid-19 nesta terça-feira, fez a tradicional transmissão ao vivo pelas redes sociais sozinho. Ele não usava máscara e parecia estar bem. Além disso, tinha uma embalagem do medicamento hidroxicloroquina na mesa — remédio que atribui a ausência de sintomas mais graves. “Só tem um cara aqui para filmar, a dois metros de distância, para não ter problemas de se contaminar, inclusive para evitar críticas”, explicou.

Bolsonaro também falou sobre os dois projetos que vetou em relação a obrigatoriedade do uso de máscaras. Segundo ele, isso foi feito pois o Congresso “cria despesas e não esclarece de onde virá a fonte de recursos”. O presidente usou como exemplo um artigo que determinava a doação pelo governo de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) a indígenas e quilombolas.

Outro veto foi ao projeto que obrigava o uso de máscaras em locais fechados. “Abriria brecha para multar todo mundo. Eu poderia hoje ser multado fazendo essa live”, afirmou.

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