Uma matéria publicada no site da Folha voltou a apontar o paraibano Aguinaldo Ribeiro (PP-PB) como integrante do chamado “Quadrilhão do PP”, apelido dado a uma organização criminosa que tinha ascendência sobre a diretoria da Petrobras e desviou verbas por meio de empresas com contrato com a estatal.

A matéria lembra que o Supremo Tribunal Federal (STF) ainda não abriu a ação penal relativa ao caso, mesmo após um ano de ter aceitado a denúncia sobre o “Quadrilhão”.

O deputado federal Aguinaldo Ribeiro é líder da maioria na Câmara e um dos principais candidatos ao comando da Câmara dos Deputados a partir de 2021.

De acordo com a matéria, o STF tem dado vida a um vaivém burocrático que teria incluído até adiamento de sessão sob a justificativa de que um dos advogados de defesa havia marcado uma viagem internacional.

Ainda segundo o texto, o deputado paraibano, em manifestações anteriores e também nos autos, nega participação em desvio, afirmando que as acusações são baseadas apenas na palavra de delatores que buscam reduzir punição judicial pelos crimes cometidos.

A matéria ainda afirma que a defesa do deputado paraibano deve encaminhar petição pleiteando a exclusão do nome do cliente do caso do “Quadrilhão do PP” sob o argumento que não há mais contra ele, no STF, investigação ou acusação de crimes que justifiquem a suspeita de sua participação em uma organização criminosa.

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