O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) foi criticado duramente pelo padre católico Edson Adélio Tagliaferro durante missa na Igreja Matriz Nossa Senhora das Dores, em Artur Nogueira (150 km de São Paulo). Em sermão sobre as mortes pela pandemia do novo coronavírus, ele afirmou que o chefe do Executivo “não presta” e que seus eleitores deveriam se confessar pelo pecado de terem votado nele.

O o sacerdote católico rezou pelos mortos, incluindo as vítimas da Covid-19, e afirmou que Jesus morreu crucificado por “dizer a verdade”. Depois, reclamou do governo Bolsonaro por, segundo ele, gerir mal a pandemia do novo coronavírus.  “Se a gente está vendo, por exemplo, que o governo não presta, o padre não pode falar que o governo não presta porque o povo não quer ouvir isso?”, questionou o pároco, chamando Bolsonaro de “bandido” e seus eleitores de “pecadores”.

“Um país que já chegou a 60 mil mortos pela pandemia, e não temos um ministro da Saúde. Vocês querem que eu fale o quê? Aquilo que todos falam, ‘ah, ele não trabalha porque não deixam ele trabalhar’. Não! É porque ele não presta. Bolsonaro não vale nada!

“Infelizmente, a nossa Santa Igreja Católica está cheia de sacerdotes socialistas”, lamentou um dos fiéis, que apoiam o presidente. Outro elogiou o padre: “A verdade tem que ser dita”, opinou.

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