O texto aprovado pela Câmara dos Deputados adiando as eleições municipais para novembro carrega um elemento pouco falado, mas fundamental para o pleito – o adiamento dos prazos eleitorais, entre eles subentende-se a desincompatibilização.

O resultado é que aqueles que optaram por esperar podem ter uma segunda chance de deixar seus cargos (com impedimento legal nos três meses que antecedem as eleições).

Anteriormente o TSE já tinha se pronunciado sobre a manutenção dos prazos, mas diante do novo texto, com primeiro turno em 15 de abril, tudo muda automaticamente.

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