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“A prorrogação do auxílio emergencial deverá ter um custo extra de pelo menos R$ 100 bilhões”. A avaliação foi feita pelo secretário do Tesouro Nacional, Mansueto Almeida, na segunda-feira (29). Mansueto, que deixa o cargo no próximo mês, afirmou ainda que a criação de novos programas sociais (como renda mínima) poderá exigir aumento de impostos no futuro.

Segundo o secretário, o governo avalia o pagamento de mais duas parcelas de R$ 600 ou o pagamento de mais parcelas, com redução escalonada de valor – como anunciado semana passada pelo presidente Jair Bolsonaro.

Em ambas os casos, o custo seria o mesmo, levando a projeção de déficit nas contas públicas deste ano para mais de R$ 800 bilhões. “A renovação de auxílio emergencial pode levar o déficit primário a 11,5% do Produto Interno Bruto (PIB), com um déficit nominal de 15% do PIB, no nível dos Estados Unidos”, disse ele.

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