Sérgio Moro não descarta candidatura  e afirma que pretende participar do debate público, ainda que seja como um comentarista.

“Ainda estou, por conta da turbulência da saída, discutindo mais a turbulência do que qualquer outra coisa, vejo também que estamos no meio de uma pandemia, então não tenho sequer cabeça para pensar em perspectivas eleitorais. O que eu quero é continuar participando do debate público. Acho que tenho condições de contribuir ao debate público, ainda que como um espectador, um comentarista.”

O ex-ministro da Justiça participou de uma live da consultoria Arko Advice. Na ocasião, ele avalia a possibilidade de quebra democrática no Brasil.

“Falando francamente, pelo que eu vi no governo, acho que não [acontece quebra democrática]. Na minha percepção, as forças armadas tem um compromisso profissional muito robusto e sério com a instituição e com a democracia. Às vezes a presença muito intensa de militares pode dar uma impressão errada a respeito.”

Sobre a decisão do procurador-geral da República, Augusto Aras, retomar negociação de um acordo de delação premiada com o advogado Rodrigo Tacla Duran, que mira um amigo do ex-ministro da Justiça e poderia ser usada para atacá-lo.

“Me causou estranheza, por que reabrir isso agora que acabei de sair do governo? Não me soou bem, mas não posso afirmar que existe essa intenção [de atacá-lo], eventualmente à Procuradoria. Mas eu estou absolutamente tranquilo com a minha consciência que nada aconteceu durante a Operação Lava Jato.”

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