O Brasil já tem mais de 200 mil pessoas que foram infectadas pelo novo coronavírus. Segundo boletim divulgado hoje pelo Ministério da Saúde, foram contabilizados 202.918 casos confirmados de covid-19 no país. De ontem para hoje, foram 13.944 novos diagnósticos. O número é o pior registrado, ultrapassando a maior marca, atingida ontem, de 11.385 confirmações em um dia.

O número de mortes atualizado é de 13.993, com 844 óbitos confirmados nas últimas 24 horas.

Na listagem de estados mais atingidos pela pandemia, o Amapá (3.428) passou a Paraíba (3.361), e o Piauí (1.784) passou Rondônia (1.686).

Os estados com mais registros de covid-19 não mudaram de posição: São Paulo, o mais afetado pela doença, foi quem mais contabilizou novos casos nas últimas 24 horas (3.189), seguido por Pernambuco (1.921) e Amazonas (1.365).

Quanto às mortes, Rio Grande do Sul chegou a 120 óbitos oficiais e passou o Paraná, que contabiliza um a menos. O mesmo aconteceu com Rondônia e Acre, que, respectivamente, registram 56 e 55 mortes por covid-19.

Entre todos os estados, São Paulo e Rio de Janeiro somaram exatamente o mesmo número de novos óbitos (197), seguidos pelo Pará (117).

A taxa de letalidade é de 6,9%. 2.000 óbitos estão em investigação.

O governo também divulgou que 109.446 pacientes (53,9%) estão em acompanhamento e 79.479 (39,2%) já se recuperaram da doença.

SP tem lotação de 89% em hospitais

A cidade de São Paulo apresentava, até ontem, taxa de ocupação de leitos de UTI de 89%. Dos 20 hospitais municipais, seis deixaram ontem de receber pacientes em UTIs por lotação máxima ou próximos de atingirem a capacidade máxima.

Um estudo divulgado hoje pelo hospital Emílio Ribas aponta que um em cada cinco pacientes internados em UTI morre por causa do novo coronavírus.

Confirmações não refletem as últimas 24h

Os números de diagnósticos e óbitos confirmados nas últimas 24 horas não necessariamente ocorreram no último dia. Segundo o Ministério da Saúde, a fila de testes faz com que os óbitos sejam registrados até dois meses após terem ocorrido.

UOL já identificou atrasos de até 51 dias para a oficialização de mortes. Por conta dessa atualização retroativa, no início da pandemia o número real de mortes ocorridas até uma certa data chegava a ser o dobro daquela divulgada pelo Ministério da Saúde.

Do UOL.

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