Considerado pilar principal do governo Bolsonaro após a saída de Sergio Moro, o ministro da Economia, Paulo Guedes, informou a seus secretários que deixará o ministério se ele for dividido pelo Planalto.

 

De acordo com a revista Crusoé, o temor de Guedes é que o governo retire alguma secretaria da sua pasta para transformá-la em um novo ministério e, assim, agradar aos partidos do chamado Centrão.

 

Integrantes do Republicanos dizem que o Planalto ofereceu ao partido o comando da Secretaria Especial de Produtividade, Emprego e Competitividade, vinculada ao Ministério da Economia e comandada atulmente por Carlos da Costa.

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