Ré da Operação Calvário, a prefeita Márcia Lucena, de Conde, caiu em outra investigação do Ministério Público do Estado, que instaurou um procedimento criminal para apurar supostas irregularidades em licitação da Prefeitura na contratação da empresa de gestão do parque de iluminação pública da cidade.

Um escândalo, conforme está sendo apurado, inclusive com denúncia de fraude no “procedimento de dispensa de licitação n.º 33/2017, cujo objeto foi a contratação de serviço de gestão, melhoria e manutenção do parque de iluminação pública, visando o desvio/apropriação de recursos públicos”, destacou o MP.

O valor da suposta fraude chega a quase R$ 2 milhões, pagos a uma empresa de manutenção elétrica. As irregularidades começaram a partir de 2017, com pagamento de R$ 401.608, 95; em 2018, R$ 479.160,85; em 2019, R$ 661.847,92 e 2020, R$ 300.418,41. Para ser mais exato, somados os quatro período, o pagamento total é de R$ 1.843.036,13.

A prefeita Márcia Lucena, como se sabe, foi denunciada na Operação Calvário. Ela é acusada de integrar organização criminosa, chefiada pelo ex-governador Ricardo Coutinho, responsável por desvios de R$ 134 milhões da educação e da saúde no estado da Paraíba. Márcia usa uma tornozeleira eletrônica, sendo vigiada 24h por dia.

Ela é filiada ao PSB, comandado na Paraíba pelo ex-governador Ricardo Coutinho.

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