Seguimos trancados em nossas casas. O mundo encontra-se segregado. Todos somos alvos de um bombardeio devastador, sem piedade, minuto a minuto, de notícias ruins com tons apocalípticos que chegam aos nossos ouvidos avisando que o Covid-19 matou mais e mais pessoas.
Enclausuradas, famílias retornam a um convívio contínuo sob o mesmo teto. Ninguém pode sair de casa, só para atos de extrema necessidade, para compra de medicamentos e alimentos. Essa convivência vem sendo difícil. Longe de suas atividades externas, a quarentena impõe um tempo demasiado desse convívio, gerando nas pessoas um grau perigoso de ansiedade, estresse, medo e pavor.
É aquela história, estamos sob o crivo de um tal de Covid-19, inimigo invisível que domina o planeta implantando o caos geral. Ninguém sabe quando isso acaba, quando, pelo menos, gradativamente, se pode sonhar com o retorno da normalidade. É incrível a impotência vivida. Com isso, vem a pergunta: para que serve todo o armamento bélico e nuclear das grandes potências? Não sei, o que se sabe é que não podem aniquilar com o aperto de um só botão esse inimigo tão pequeno.
Sabemos que o relógio anda lentamente e, ainda, infelizmente, escutamos versões conspiradoras das mais apavorantes, levando-nos a devanear uma poeira imperceptível de vivermos uma guerra biológica. Verdade ou não, o duro é constatar que as indiferenças continuam a predominar, mesmo diante de tanta coisa para se fazer contra um inimigo comum. As mentiras também campeiam nas mensagens veiculadas nas redes sociais e o povo no meio de toda essa turbulência.
O que fazer? Ter calma, não se deixar levar pelo terror e ter a certeza de que tudo passa, mesmo as coisas ruins e, que no final de tudo isso, já que nada vem por acaso, que o homem possa entender que é necessário mudar seu comportamento, assimilando que só vivendo os ensinamentos de Deus, terá um mundo saudável, de paz e repleto de amor!

Onaldo Queiroga.

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