O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Luís Roberto Barroso, estipulou até junho o prazo para que haja definição sobre um possível adiamento ou não das eleições deste ano em decorrência das consequências causadas pela pandemia do novo coronavírus.

“Se não for possível realizar o pleito com segurança, o adiamento se imporá. Tenho a esperança de que não seja necessário adiar as eleições previstas para outubro. Mas, evidentemente, essa é uma possibilidade que não devemos desconsiderar. A saúde da população é o bem maior a ser preservado. Se não for possível realizar o pleito com segurança, o adiamento se imporá. Para nós, no TSE, junho seria o prazo limite para uma definição”, afirmou Barroso em entrevista à coluna do jornalista Matheus Leitão, da Revista Veja.

“Mesmo que seja necessário adiar, eu espero que seja não mais do que por algumas semanas. E que possamos realizar as eleições em novembro ou, no máximo, em dezembro. Se puder ser assim, daríamos posse aos eleitos na data prevista na Constituição, logo ao início de janeiro. Em suma: o adiamento deverá ser pelo prazo mínimo inevitável”, ponderou o ministro.

O adiamento já é defendido por parte da classe política paraibana. O senador José Maranhão (MDB), por exemplo, apresentou uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) para que o pleito não ocorra em outubro.

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