O primo do empresário Helton Pessoa, morto na sexta-feira (10) em João Pessoa, Túlio Pessoa, acredita que a cena do crime foi alterada. A empresária Taciana Ribeiro Coutinho foi presa neste sábado (11), confessou o crime e alegou legítima defesa.

Em entrevista ao Programa Paraíba Verdade da Arapuan FM, Túlio contou que foi pessoalmente até a fazenda onde aconteceu o crime e disse que os representantes de Tatiana já estavam lá antes mesmo da chegada da perícia. Ele destacou ainda que o crime aconteceu por volta das 15h e polícia só teria sido acionada às 18h e reclamou: “a família ficou sabendo pelas redes sociais”.

Túlio citou as informações da Polícia Civil que apontam que a mulher não tinha lesões visíveis, mas que foi feito o exame de Corpo Delito, pelos trâmites do processo. Ainda não foi divulgado o resultado desse exame.

O primo da vítima diz que não há vestígios na casa de que a mulher tenha sido agredida, como ausência de sangue em outras áreas, porém a perícia que deve emitir um laudo sobre isso.

Enquanto isso, Túlio alega que houve uma “estratégia bem montada para mudar a cena do crime”.

O familiar disse ainda que o homem estava dentro do box quando foi atingido e que o tiro partiu de fora do banheiro. Ele acrescentou que o primo poderia ter sido socorrido, pois um dos quatro disparos atingiu a femural e ele morreu de hemorragia aguda.

Contrariando o depoimento da suspeita de que o relacionamento dos dois era complicado devido à agressividade dele, Túlio alegou que a mulher é que ficava alterada quando estava sob efeito do álcool e que tinha um ciúme doentio. Ele acredita que o homem iria sair para a casa de algum amigo e que esse teria sido o motivo para ela matá-lo.

Foi pedida a prisão preventiva da mulher, porém essa prisão foi convertida em domiciliar com tornozeleira eletrônica.

“Vamos questionar hoje o Conselho Nacional de Justiça o porquê de trocar a prisão preventiva pela domiciliar. Vamos tomar essa medida e lutar até o final”, disse.

O advogado da empresária, Genival Veloso Filho afirmou que não iria comentar, pois o processo judicial se discute no âmbito da justiça.

Anteriormente o advogado havia reclamado de fake news a respeito do caso que estavam circulando nas redes sociais.

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