Com a primeira fase da Campanha Nacional de Vacinação Contra a Influenza chegando em sua reta final, a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) de João Pessoa já se prepara para a segunda fase, que começa no próximo dia 16. Devido à pandemia e por fatores técnicos e científicos, o Ministério da Saúde fez algumas mudanças em relação aos grupos prioritários das fases de vacinação.

Dessa vez, serão vacinados profissionais das forças de segurança e salvamento; portadores de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais; funcionários do sistema prisional; adolescentes e jovens de 12 a 21 anos sob medidas socioeducativas e população privada de liberdade.

Além disso, de acordo com o decreto nº 10.282, que determina que todas as medidas adotadas para o seu enfrentamento deverão resguardar o exercício e o funcionamento dos serviços públicos e atividades essenciais, o Ministério da Saúde, resolveu incluir também nesta fase os caminhoneiros, motoristas de transporte coletivo e portuários como grupo prioritário para vacinação na segunda fase da vacinação. Esse grupo será vacinado independente do município de residência, visto que transitam por todo país.

Pela antecipação da Campanha de Vacinação pelo Ministério da Saúde, a segunda fase também receberá as vacinas por remessas, por isso é necessário cautela e paciência: “Assim como na primeira fase, todos do grupo prioritários serão vacinados. Conforme as remessas forem chegando, vamos distribuindo da melhor forma para que todos sejam imunizados”, explica Fernando Virgolino, chefe da Seção de Imunização de João Pessoa.

Primeira fase – A vacinação da Atenção Básica para idosos acamados e domiciliados e a de trabalhadores da saúde no Centro Municipal de Imunizações (antigo Lactário), no bairro da Torre, segue com o cronograma normal. Cerca de 90% do público-alvo já foi imunizado pela Secretaria Municipal de Saúde (SMS), na primeira fase da campanha.

Calendário– Após a segunda fase, teremos a terceira que começa dia 09 de maio e será destinada para o grupo, definido pelo Ministério da Saúde, de professores das escolas públicas e privadas, crianças de 6 meses a menores de 6 anos, gestantes, puérperas, povos indígenas, adultos de 55 a 59 anos de idade e pessoas com deficiência

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