O diretor institucional do Sindicato das Empresas de Transporte Coletivo Urbano de Passageiros no Município de João Pessoa (SINTUR-JP), Isaac Júnior Moreira, confirmou em entrevista ao Portal WSCOM neste sábado (4), que o sistema aguarda posição da Prefeitura Municipal de João Pessoa (PMJP) para gerar subsídio, tal qual fez a Prefeitura de São Paulo porque, em caso negativo, segundo ele, vai adotar forçosamente a demissão de 600 dos 2.500 funcionários.

“Estamos no estopim de uma grave crise que estourou agora, mas tem origem há algum tempo com acúmulo de prejuízos continuados sem solução adequada para manter o serviço com qualidade exigida pela população”, argumentou Isaac informando que o secretário Adalberto Araújo, da SEMOB, dispõe dos cálculos e dos números necessários ao socorro empresarial.

Segundo ele, tanto a SEMOB, quanto o prefeito Luciano Cartaxo e o Conselho Tarifário Municipal sabem que o custo para manter o sistema funcionando requer pagamento de 47% para pessoal, 26% com combustível, 7% de impostos variados e ainda manutenção e administrativo.

“O sistema chegou ao colapso porque com 15 dias parado, agora com mais 15 dias na mesma condição chegamos à exaustão, assim dependemos de subsídios do Executivo para sobrevivemos como acontece em São Paulo onde a Prefeitura está subsidiando 75% do serviço”, concluiu.

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