O empresário Bill Gates, um dos fundadores da Microsoft, escreveu um artigo para o The Washington Post em que aborda um plano para conter a crise gerada pela pandemia do coronavírus.

No início da mensagem, o norte-americano de 64 anos disse que “não há dúvida de que os EUA perderam a oportunidade de se antecipar” à pandemia, “mas a janela para tomar decisões importantes não foi fechada”.

Para ele, que afirmou ter conversado com especialistas por meio da Fundação Bill & Melinda Gates, é necessário dar “três passos” a partir de agora.

A primeira atitude a ser implementada, segundo Gates, é criar “uma abordagem nacional consistente para o shutdown”. O empresário citou que alguns estados dos EUA não se isolaram completamente, decisão que é, para ele, “uma receita para o desastre”.

Depois disto, a ideia de Gates é centrada em uma ação do governo federal de aumentar a quantidade de testes para diagnosticar a doença causada pelo coronavírus. “É preciso intensificar os testes. Muito mais testes devem ser disponibilizados”, afirmou.

O empresário mostrou entender o tamanho da demanda e estabeleceu alguns critérios para estes testes serem aplicados. “As primeiras pessoas da lista devem ser aquelas que desempenham funções essenciais, como profissionais de saúde e socorristas, seguidas por pessoas altamente sintomáticas que correm maior risco de ficar gravemente doentes e aquelas que provavelmente foram expostas”.

Por fim, Gates citou a questão da produção de uma vacina como fundamental para sanar o problema. “Precisamos de uma abordagem baseada em dados para desenvolver tratamentos e uma vacina. Os cientistas estão trabalhando a toda velocidade em ambos. Enquanto isso, os líderes [políticos] podem ajudar, não alimentando rumores ou comprando pânico”, completou.

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