O governador de Goiás, Ronaldo Caiado (DEM), afirma que o presidente Jair Bolsonaro deveria dar ao ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, a mesma autonomia que tem o ministro da Economia, Paulo Guedes, e desativar o chamado “gabinete do ódio”, que o orientou a minimizar a pandemia do novo coronavírus. Caiado conversou com o jornal O Estado de S. Paulo um dia após romper com Bolsonaro.

Caiu a ficha. Ele jamais poderia ter vulgarizado a gravidade do coronavírus. Jamais. Eu sempre fui um aliado, nunca fui submisso. Ele se enganou, achou que eu pudesse estar incluído naqueles que estão para cumprir ordens. Eu não estou para cumprir ordens, sou homem para discutir e apoiar posições. Nos assuntos da Saúde, as ações do presidente não atingem o meu Estado.

Tratarei com o presidente na formalidade, no protocolo a partir de agora. Eu vou tratar como fui tratado. Aliado é aquele que você pega o telefone e diz ‘meu amigo, vem cá, corre aqui que vamos decidir, as coisas precisam ser resolvidas agora e tal’. Todos nós entendemos a sobrecarga, mas não a desconsideração.

 

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