Em entrevista na TV Band, Jair Bolsonaro voltou a disparar absurdos. Defendeu que “quem tem emprego, vai trabalhar, não pode se esconder”. E desacreditou os números divulgados pelo próprio Ministério da Saúde: “o cara morreu de uma gripe qualquer e colocam que morreu de coronavírus”

Em novas declarações absurdas nesta sexta-feira 27 sobre a pandemia de coronavírus, Jair Bolsonaro voltou a defender que o Brasil decrete o fim da quarentena determinada por boa parte dos Estados brasileiros.

Ele desacreditou o número de mortos que é divulgado diariamente pelo seu próprio governo, através do Ministério da Saúde, especialmente os de São Paulo, governador por João Doria, hoje seu claro adversário político.

“Eu não acredito nesses números”, disse. Segundo ele, hoje “o cara morreu de uma gripe qualquer e colocam que morreu de coronavírus”.

Bolsonaro voltou a defender que as pessoas voltem a trabalhar. “Quem tem emprego, vai trabalhar! Não podemos agir dessa matéria irresponsável. O vírus, mais forte ou mais fraco, vem. Que nem chuva, vai se molhar. Não pode se esconder, se enclausurar, ficar de quarentena, e tudo bem. Não é tudo bem, não”.

“Vamos quebrar o Brasil por causa do vírus? E outra coisa: o desemprego tem relação direta com a violência”, afirmou ainda.

Ele lamentou não conseguir fazer tudo o que quer, mas que tem influenciado cada vez mais os integrantes de seu governo. “Não posso fazer tudo o que eu quero, porque tem os ministros que eu tenho que ouvir, é natural. Mas cada vez mais tenho conseguido convencê-los”, disse.

Questionado sobre o caso dos Estados Unidos, hoje o novo epicentro da pandemia no mundo, respondeu que também acredita que “é chute o número de mortes” e que “deve haver algum interesse econômico, alarmismo”.

Assista:

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