O Hospital Universitário Lauro Wanderley (HULW-UFPB) localizado na Universidade Federal da Paraíba (UFPB), em João Pesssoa, emitiu uma nota neste domingo (22), desmentindo boatos que circulam nas redes sociais sobre um suposto cenário de caos na unidade de saúde, devido ao Coronavírus. O hospital informou que desconhece os áudios com informações “inverídicas e ressalta que, infelizmente, tais gravações não apenas têm desencadeado outras publicações sem fundamento, mas também contribuído para ampliar o temor na população”.

Ainda de acordo com a nota, na instituição está internada apenas uma criança com suspeita de Covid-19 e que não há nenhum paciente na UTI Pediátrica. A criança apresenta um bom estado de saúde.

O HU finaliza a nota pedindo a contribuição de toda a população para que não ocorra a disseminação de fake news.

Confira a nota na íntegra

NOTA OFICIAL

HULW desmente boatos sobre coronavírus

O Hospital Universitário Lauro Wanderley (HULW-UFPB), vinculado à Rede
Ebserh, faz um alerta à sociedade em geral. SÃO FALSAS as informações que
circulam pelas redes sociais sobre um suposto cenário de caos no HULW, devido
ao coronavírus. A unidade de saúde desconhece a origem dos áudios com
informações inverídicas e ressalta que, infelizmente, tais gravações não apenas
têm desencadeado outras publicações sem fundamento, mas também
contribuído para ampliar o temor na população.

Na Paraíba, o Lauro Wanderley é retaguarda para o Hospital Clementino Fraga
no enfrentamento à pandemia e está, devidamente, preparado para receber
casos suspeitos ou confirmados que envolvam o público infanto-juvenil. A
instituição esclarece ainda que, no momento, uma criança com suspeita de
Covid-19 está internada na DIP (Unidade de Doenças Infecciosas e Parasitárias)
do hospital e não há nenhum paciente na Unidade de Terapia Intensiva – UTI
Pediátrica. Necessário destacar que a criança está bem, apresentando um
estado de saúde estável.

Nessa conjuntura de emergência em saúde pública, o HULW ressalta que é
essencial a contribuição de toda a população para que não ocorra a
disseminação de “fake news”. A unidade de saúde relembra ainda que a difusão
de informações falsas, que gerem alarde e pânico na população, pode configurar
contravenção penal, conforme o artigo 41 da Lei 3.688/1941.

Assessoria de Comunicação

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