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João Pessoa, 27 de Fevereiro de 2020.



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Publicado em 13/02/2020 17h31

Procurador Augusto Aras nomeia seis procuradores para o Gaeco do MPF na Paraíba

Os procuradores são Tiago Misael (de Patos), Victor Veggi e Antônio Edílio Magalhães (de João Pessoa), Bruno Barros e Bruno Galvão (Campina Grande) e João Raphael (de Guarabira).

Ouça o áudio:  Procurador Augusto Aras nomeia seis procuradores para o Gaeco do MPF na Paraíba

O procurador-geral da República Augusto Aras nomeou, nessa quarta-feira (12), seis procuradores para atuar no Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do MPF na Paraíba. A nomeação foi feita após aprovação, no início deste mês, pelo Conselho Superior do Ministério Público Federal.

Os procuradores são Tiago Misael (coordenador, que atua na região de Patos), Victor Veggi e Antônio Edílio Magalhães (que atuam na região de João Pessoa), além de Bruno Barros e Bruno Galvão (Campina Grande) e João Raphael (de Guarabira).

O Gaeco do MPF-PB tem a função de "prestar auxílio aos procuradores naturais na investigação e persecução de crimes praticados por organizações criminosas e na eventual repercussão civil na improbidade administrativa desses crimes; atuar nos casos em que o procurador-geral da República determinar a intervenção, em virtude de incidente de segurança envolvendo membros ou servidores; e proceder à coleta e análise de informações de inteligência."

Segundo o coordenador Tiago Misael, "a criação do Gaeco-MPF/PB vem ao encontro da aspiração de diversos procuradores da República que crescentemente se ressentem de uma atuação integrada e coordenada na investigação e persecução penal da criminalidade organizada que, não raras vezes, renova-se em esquemas cada vez mais sofisticados."

"Atuando de forma isolada, em ilhas de investigação e persecução, cada procurador da República somente possui conhecimento sobre os fatos que existem no seu âmbito de atribuição, nunca acessando o panorama completo e, às vezes, contentando-se com sucessos parciais que somente atingem os níveis mais baixos da hierarquia criminosa. Atuando dessa forma, o MPF dificilmente chegará ao topo das organizações e estará, apenas parcialmente, cumprindo sua missão constitucional", destacou Tiago Misael.

"No caso particular da Paraíba, tem-se assistido, há mais de uma década, a sucessão de casos de corrupção atrelados a esquemas muito bem organizados de criminalidade do colarinho branco", acrescentou o coordenador do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado do MPF na Paraíba.


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