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João Pessoa, 19 de Setembro de 2019.



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Publicado em 25/08/2019 10h04

Parentes afirmam à polícia que Flordelis teve acesso ao celular do marido após pastor ser morto

Deputada federal sempre sustentou que o aparelho do pastor Anderson do Carmo desapareceu sem que ela tivesse contato com o celular.

Ouça o áudio:  Parentes afirmam à polícia que Flordelis teve acesso ao celular do marido após pastor ser morto

 
Ao menos três depoimentos diferentes ligam a deputada federal Flordelis (PSD) ao aparelho celular do pastor Anderson do Carmo, assassinado no dia 16 de junho, com vários tiros, na garagem da casa da família, em Pendotiba, Niterói, Região Metropolitana do Rio.
 
A Delegacia de Homicídios de Niterói e São Gonçalo, responsável pelas investigações, nunca teve acesso ao celular do pastor. A deputada sempre sustentou que o aparelho do marido desapareceu depois do crime, e que ela não teve contato com o celular.
 
Michele, uma das irmãs de Anderson, disse para a polícia que no dia do crime estava no quarto de Floredelis e observou quando a namorada de Daniel, único filho biológico do casal, entregou para a deputada um celular pequeno e cinza.
 
Segundo o depoimento, Michelle tem absoluta certeza que esse seria o telefone do pastor.
 
Daniel confirmou para a polícia a versão de Michele. O rapaz disse ainda que viu o celular na cena do crime, junto com a carteira de Anderson e o controle remoto do portão da garagem.
 
O filho de Anderson contou que pegou o telefone no chão para ligar para a família de sua namorada, Emanuela. Segundo o seu depoimento, Daniel estava com o aparelho quando foi para o hospital para onde o pai foi levado.
 
Ele teria entregado o celular para Emanuela assim que os dois voltaram para a casa. Em seguida, ela repassou o aparelho para a pastora Gleice, uma amiga da família. Segundo Daniel, depois disso ele não viu mais o telefone do pai.
 
Depoimento de Misael
Já de acordo com o depoimento do vereador de São Gonçalo Wagner Andrade Pimenta, conhecido como Misael, outo filho adotivo de Flordelis e Anderson, a deputada federal pegou o telefone do marido no mesmo dia de seu enterro.
 
Misael contou que no dia do assassinato, por volta das 19h30, ele estava na igreja Ministério Flordelis, em São Gonçalo, quando foi procurado pelo motorista da mãe, Márcio da Costa Paulo, conhecido como Buba. O motorista disse que estava com o telefone de Anderson do Carmo.
 
No dia seguinte, logo depois do enterro, por volta de 12h30, Misael perguntou a Buba sobre o telefone. A resposta do motorista foi que Flordelis tinha acabado de pedir o celular e ele teria entregado.


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