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João Pessoa, 16 de Outubro de 2019.



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Publicado em 21/03/2019 11h58

Nova Zelândia proíbe armas semiautomáticas de estilo militar e fuzis de assalto após massacre de Christchurch

A primeira-ministra da Nova Zelândia, Jacinda Ardern, anunciou nesta quinta-feira (21) a proibição da venda de armas semiautomáticas de estilo militar e de fuzis no país.

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Imagem da internet

A primeira-ministra da Nova Zelândia, Jacinda Ardern, anunciou nesta quinta-feira (21) a proibição da venda de armas semiautomáticas de estilo militar e de fuzis no país. A premiê já havia adiantado que apresentaria uma legislação mais dura após o atentado cometido na semana passada contra duas mesquitas em Christchurch, em que 50 pessoas morreram.

Além disso, o governo neozelandês vai proibir equipamentos que permitam a conversão de outros tipos de armamentos a armas semiautomáticas militares. De acordo com a primeira-ministra, a lei deve entrar em vigor em 11 de abril.

O governo também espera instituir um esquema de devolução das armas do tipo já compradas. A ideia é evitar uma avalanche de compras dos produtos proibidos.

Flores são deixadas perto da mesquita de Linwood, em Christchurch, em homenagem às vítimas dos ataques de sexta-feira (15) — Foto: Edgar Su/ReutersFlores são deixadas perto da mesquita de Linwood, em Christchurch, em homenagem às vítimas dos ataques de sexta-feira (15) — Foto: Edgar Su/Reuters

Segundo a imprensa neozelandesa, a loja que vendeu o armamento ao assassino vendeu todos os outros equipamentos do mesmo tipo dos usados no ataque de sexta-feira. Por outro lado, alguns neozelandeses se adiantaram e começaram a entregar as armas que tinham.

A primeira-ministra afirmou que o comércio de alguns tipos de fuzis continua permitido tendo em vista o uso por fazendeiros caçadores do interior do país.

 

Sites bloqueados

 

 
Policiais vasculham região próximo à mesquita alvo de atentado em Christchurch, Nova Zelândia, neste sábado (16) — Foto: Mark Baker/ReutersPoliciais vasculham região próximo à mesquita alvo de atentado em Christchurch, Nova Zelândia, neste sábado (16) — Foto: Mark Baker/Reuters

Empresas que fornecem serviço de internet na Austrália e na Nova Zelândia bloquearam acesso a endereços da web que estavam compartilhando imagens do massacre em Christchurch.

O terrorista autor do atentado transmitiu as imagens do ataque ao vivo no Facebook. Enquanto as redes sociais, como YouTube e Facebook, estavam lutando para conter a disseminação do conteúdo, sites de vídeo, como LiveLeak, e fóruns, como 4chan e 8chan, continuavam a divulgar os vídeos.

 

Fonte: Da internet
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