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João Pessoa, 16 de Outubro de 2019.



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Publicado em 30/10/2018 09h32

Desemprego no Brasil atinge menor nível no ano, mas ainda afeta 12,5 milhões

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A taxa de desemprego no Brasil caiu para 11,9% no trimestre encerrado em setembro, mas ainda atinge 12,5 milhões de brasileiros, segundo dados divulgados nesta terça-feira (30) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Foi a sexta queda mensal seguida e trata-se da menor taxa de desemprego registrada no ano.

Evolução da taxa de desemprego
Índice no trimestre móvel, em %
12,612,612,412,412,212,2121211,811,812,212,212,612,613,113,112,912,912,712,712,412,412,312,312,112,111,911,9jun-jul-ago/17jul-ago-set/17ago-set-out/17set-out-nov/17out-nov-dez/17nov-dez-jan/18dez-jan-fevjan-fev-marfev-mar-abr/18mar-abr-mai/18abr-mai-jun/18mai-jun-jul/18jun-jul-ago/18jul-ago-set/1802,557,51012,515
nov-dez-jan/18
12,2
Fonte: IBGE

O contingente de desempregados é 3,7% menor que o registrado no trimestre encerrado em junho (474 mil pessoas a menos). Já na comparação com o mesmo trimestre do ano passado, quando havia 13 milhões de desempregados no país, a população desocupada caiu 3,6% (menos 469 mil pessoas).

O número de pessoas desalentadas (que desistiram de procurar emprego) ficou estável em relação ao trimestre anterior, se mantendo no patamar recorde (4,8 milhões). Na comparação com o mesmo trimestre de 2017, porém, houve alta de 12,6%.

 
Filade trabalhadores  em busca de emprego, em Vitória  — Foto: Fabrício Christ/ TV Gazeta Filade trabalhadores  em busca de emprego, em Vitória  — Foto: Fabrício Christ/ TV Gazeta

Filade trabalhadores em busca de emprego, em Vitória — Foto: Fabrício Christ/ TV Gazeta

 

Trabalho informal é o que mais cresce

 

Os dados do IBGE mostram que a queda da taxa de desemprego foi puxada pelo aumento do trabalho informal ou por conta própria e do número de pessoas que trabalham menos horasdo que gostaria.

O número de empregados com carteira de trabalho assinada foi classificado pelo IBGE como estável frente ao trimestre anterior (oscilação positiva de 0,4%) e também no confronto com o mesmo trimestre de 2017 (oscilação negativa de 1%), reunindo 33 milhões de pessoas.

Já o número de trabalhadores em carteira de trabalho assinada (11,5 milhões de pessoas) subiu 4,7% em relação ao trimestre anterior (522 mil pessoas a mais). Em relação ao mesmo trimestre do ano passado, a alta foi de 5,5% (601 mil pessoas a mais)

A categoria dos trabalhadores por conta própria (23,5 milhões de pessoas) cresceu 1,9% em relação ao trimestre anterior (mais 432 mil pessoas) e aumentou 2,6% (mais 586 mil pessoas) em relação ao mesmo período de 2017.

Já o número de subocupados (menos de 40 horas semanais trabalhadas) cresceu 5,4% (mais 351 mil pessoas) na comparação com o trimestre encerrado em junho, e aumentou 9,3% (mais 582 mil pessoas) ante 1 ano antes.

Na semana passada, o Ministério do Trabalho informou que o Brasil gerou em setembro 137,3 mil empregos com carteira assinada, o melhor resultado para o mês nos últimos cinco anos.

Evolução do número de desempregados
Em número de desocupados no trimestre móvel
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