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Publicado em 26/10/2018 06h58

Bolsonaro se diz 'vítima de rótulos' e afirma que se eleito fará governo de 'conciliação'

Candidato do PSL à Presidência passou esta quinta-feira (25) no Rio de Janeiro e informou que, se vencer a eleição, não vai tirar o Brasil do Acordo de Paris, assinado em 2015.

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O candidato do PSL à Presidência, Jair Bolsonaro, passou esta quinta-feira (25) no Rio de Janeiro. Disse que um dos primeiros atos, caso seja eleito, será nomear um ministério técnico. Também disse que vai manter o Brasil no Acordo do Clima de Paris.
 
Afirmou, ainda, que sofre com "rótulos falsos", negativos, colocados nele pela esquerda. Mas que, na verdade, vai fazer um governo de conciliação.
 
"Respeito a todos. E fui vítima, sou vitima ainda, de rótulos: homofóbico, machista, racista, xenófobo, entre outros. Afinal de contas, trump sofreu muito isso nos estados unidos, na ocasião das prévias e depois durante toda a sua candidatura. Isso não é verdade. Pode ter certeza que uma vez eu chegando vou continuar sendo o que sou hoje, exatamente um governo de conciliação, um governo para todos no Brasil", declarou.
 
Jair Bolsonaro começou o dia de compromissos em casa, no Rio. Pela manhã, ele recebeu representantes do grupo "mulheres por Bolsonaro. Logo depois, seguiu para a casa do empresário Paulo Marinho para gravar cenas extras do último programa do horário eleitoral e para a internet.
 
Ainda na casa, Bolsonaro foi homenageado por atletas do jiu-jitisu nacional. Ele recebeu uma faixa preta por ter sobrevivido ao atentado no dia 6 de setembro.
 
O candidato do PSL reuniu a imprensa para uma entrevista. Sobre agricultura e meio ambiente, disse pretende manter o Brasil no Acordo de Paris, que estabelece metas para a redução da emissão de gases do efeito estufa. Mas disse ser contrário a alguns pontos que, segundo ele, prejudicam o país.
 
"Vamos, então, colocar no papel que não está em jogo o 'triplo A' nem a independência de nenhuma terra indígena que eu assino, eu mantenho o Acordo de Paris", afirmou.
 
"Se nao forem feitos adendos, o Brasil sairia do Acordo de Paris?", indagou um jornalista.
 
"Nao sai. Fica no Acordo de Paris", respondeu o candidato.
 
Ele falou tambem sobre as prioridades no início de um eventual governo e voltou a dizer que montará um ministério livre de indicações políticas.
 
"Como primeiro ato nosso, nomeação de um ministério técnico que realmente possa corresponder aos anseios do povo brasileiro e não de agremiações político-partidárias", afirmou.
 
Bolsonaro disse ainda que não pretende acabar com a lei de incentivo à cultura, conhecida como Lei Rouanet, mas que poderá mudar a forma de distribuição dos recursos.
 
"Você tem que ter uma filtragem. Não pode para artistas famosos dispensarem vultuosos recursos para os mesmos. Não tem que mudar a lei, você tem quer ter uma pessoa lá que trate com carinho a questão dos recursos para os artistas", disse.
 
Na entrevista, Jair Bolsonaro também falou da saúde. Disse que está marcada para o dia 12 de dezembro a cirurgia para a retirada da bolsa de colostomia. E que, se for eleito, vai trabalhar para unir o país e governar para todos.


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