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Publicado em 01/10/2018 13h02

Americana acusa Cristiano Ronaldo de estupro em um hotel de Las Vegas em 2009

"CNN" relata que processo apresentado na última sexta coloca astro como alvo de denúncia por parte de Katrhyn Mayorga, com quem português teria forçado sexo sem consentimento em um hotel

Ouça o áudio:  Americana acusa Cristiano Ronaldo de estupro em um hotel de Las Vegas em 2009

Imagem da internet

 

O astro Cristiano Ronaldo está sendo acusado de estupro por parte de uma americana, em um processo que foi apresentado na última sexta-feira no condado de Clark, onde fica a cidade de Las Vegas, nos Estados Unidos. As informações são da rede de TV "CNN", que aponta que Kathryn Mayorga denunciou o português por ter forçado sexo sem consentimento em um hotel, em 2009.

A reportagem no site do canal diz que o processo aponta que CR7 encontrou Mayorga no hotel Palms, em 12 de junho de 2009 - antes mesmo do jogador rumar ao Real Madrid - e convidou ela e outras amigas a irem a sua cobertura no local. No apartamento, ele teria oferecido camisetas e shorts para que elas entrassem em uma jacuzzi e teria atacado Kathryn quando ela estava trocando de roupa.

 
Kathryn Mayorga concedeu entrevista à revista Kathryn Mayorga concedeu entrevista à revista

Kathryn Mayorga concedeu entrevista à revista "Der Spiegel" — Foto: Reprodução/Der Spiegel

Segundo o processo, Cristiano teria pedido para que a jovem fizesse sexo oral com ele, e, após receber uma resposta negativa, teria a levado para um quarto e a estuprado, enquanto ela gritava "Não, não, não". A acusação ainda diz que o jogador apenas pediu desculpas após o ato e, na sequência, ofereceu US$ 375 mil pelo silêncio de Kathryn - que teria assinado um contrato para receber o valor.

A intenção do processo seria justamente anular esse documento, acusando CR7 de se aproveitar da fragilidade emocional de Mayorga para obrigá-la a fazer o acordo. Ela estaria sendo auxiliada por um novo advogado, que a convenceu a trazer o caso de volta à tona.

O caso veio à tona novamente no ano passado, após uma publicação da revista alemã "Der Spiegel", que voltou a abordar o assunto na última semana. No sábado, a revista publicou uma entrevista com Kathryn Mayorga, que apontou que assinou um documento prometendo não divulgar a história.

- É um cara muito famoso, então, estou aterrorizada, com medo. O motivo de eu ter assinado o contrato foi, em primeiro lugar, que não queria que meu nome fosse divulgado - explicou Mayorga à "Der Spiegel".

Na entrevista, Mayorga dá uma série de detalhes sobre a noite em que o estupro teria ocorrido, revelando supostos diálogos com CR7 e até mesmo que ficou com medo de ter alguma doença sexualmente transmissível, uma vez que o jogador teria feito sexo com ela sem usar preservativo.

Os advogados de Cristiano Ronaldo reagiram apontando que a entrevista "violava os direitos pessoais" do atleta e que "é inadimissível quanto a privacidade" do jogador. O próprio CR7 comentou o caso durante uma transmissão ao vivo no Instagram na última sexta, apontando que se tratavam de notícias falsas e que "as pessoas querem se promover através de seu nome".

 

Fonte: Da internet
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