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João Pessoa, 14 de Dezembro de 2019.



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Publicado em 25/09/2018 10h39

“Nunca fui inimiga da Mara, da Xuxa nem da Angélica”, revela Eliana

Eliana voltou à Record para falar no “Programa do Porchat” de segunda-feira (11) como foi trabalhar durante 11 dos 65 anos da emissora.

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Imagem da internet

Eliana voltou à Record para falar no “Programa do Porchat” de segunda-feira (11) como foi trabalhar durante 11 dos 65 anos da emissora. A apresentadora contou como foi sua transição do público infantil para o adulto e negou qualquer desavença com Xuxa, Angélica ou Mara Maravilha, suas concorrentes no gosto das crianças na época.

“Nunca fui inimiga de nenhuma delas. Ia à casa da Xuxa, da Mara, da Angélica menos, ela era mais reservada. Tinha notícias de que elas tinham rusgas uma com as outras, mas eu estava de fora”, garante, contando também que a falta de estrutura de seu programa fez surgir seu maior sucesso: a música “Os Dedinhos”.

“A Xu tinha um aparato muito maior que o meu. A Angélica tinha um castelo, a Mara chegava de trem e eu brincava com as crianças sentada no chão, era como uma amiga mais velha. ‘Os Dedinhos’ surgiu de uma necessidade. Enquanto elas tinham balé e cenários, eu não tinha nada. Eu tinha um banquinho, cromaqui e uma câmera. Comecei a fazer dancinhas com as mãos”, recorda.

Primeiro ela testou em casa. “Comecei a cantar ‘Dedinhos’ com meus sobrinhos em casa, eles pediam mais, gostaram e levei para o programa. Uma gravadora me chamou e foi um sucesso”, comemora, confessando também que vibrava quando o desenho “Pokémon”, exibido em seu programa, era líder. “Eu saía gritando pelos corredores: ‘É primeiro lugar!’.  Foi um baita sucesso”.

Transição

Quando passou a apresentar o “Tudo É Possível”, aos domingos, Eliana precisou de ajuda. “Tive aula com uma sexóloga para ser mulher em frente às câmeras. Por trabalhar com criança, não deixava minha sensualidade aflorar na tela. Falava mais fino, não colocava roupas curtas, não pintava as unhas de vermelho nem colocava batom dessa cor. A sexóloga dizia: ‘rebola, minha filha, pode cruzar a perna, usa uma minissaia’. Fiz terapia com ela, pois quando ligava as câmeras eu estava condicionada a ficar mais doce, mais menina”, confessa.

Filhos

A gravidez de risco que encarou no ano passado não ficou de fora da conversa. “Recebi muita oração, muita gente me deu força, carinho de mães, pais. Sou muito agradecida às pessoas que estiveram comigo nesse momento”.

E como o filho mais velho, Arthur, reagiu com o nascimento de Manuela? “Logo que ela nasceu ele ficou enciumado, era filho único. Ela é muito simpática, ele é muito calminho, dá uma química boa”.

Fonte: Da internet
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