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João Pessoa, 18 de Novembro de 2019.



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Publicado em 17/08/2018 07h59

Despesas médicas com DPVAT crescem 41,9% em 2018 na PB

Conforme o boletim, até julho deste ano, foram 396 indenizações pagas por DAMS, contra 279 em 2017

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O número de indenizações pagas por Despesas de Assistências Médicas e Suplementares (DAMS), a partir do Seguro de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Vias Terrestres (DPVAT), aumentou 41,94% na Paraíba entre os meses de janeiro e julho deste ano. A informação foi confirmada pela Seguradora Líder, administradora nacional do seguro, através do Boletim Estatístico do DPVAT.

Conforme o boletim, até julho deste ano, foram 396 indenizações pagas por DAMS, contra 279 indenizações pagas pelo mesmo motivo em 2017.

Cm relação a indenizações pagas por morte, o Seguro totalizou 523 até julho deste ano, contra 592 no mesmo período de 2017, o que representa uma queda de 11,66%.

Já sobre indenizações pagas por invalidez permanente, o DPVAT contabilizou 3.327 pagas até julho deste ano, contra 4.574 no mesmo período de 2017, uma queda de 27,26%.

Brasil

Conforme o boletim, nos primeiros sete meses deste ano, foram registradas 193.914 indenizações pagas às vítimas de acidentes de trânsito em todo território nacional. Entre os pagamentos, o volume de casos com sequelas permanentes foi o mais representativo, 69%, um total de 134.710. Já os acidentes fatais representaram 22.503 indenizações.

Os pedestres ocupam o segundo lugar do ranking, sendo um a cada quatro indenizados, com mais de 50 mil benefícios pagos.

Os condutores são os líderes no pagamento (118.885), bem como a faixa etária economicamente ativa, de 18 a 34 anos (91.503).  Além disso, 23% dos acidentes ocorreram no período do anoitecer, entre 17h e 20h.

A região Nordeste foi responsável pela maior concentração das indenizações pagas no período (31%), seguida das regiões Sudeste (30%), Sul (17%), Centro-Oeste (12%) e Norte (10%). O Sudeste e Nordeste concentraram a maior incidência dos acidentes fatais (34% e 32%, respectivamente), sendo que, na primeira, há maior participação dos automóveis (42%), e, na segunda, predominaram os acidentes envolvendo mortes com motocicletas (67%).


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