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Publicado em 22/07/2018 14h36

No Brasil, árbitro de vídeo terá menos câmeras do que na Copa

A Copa não deixou dúvidas: o uso da tecnologia no futebol chegou para ficar.

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Imagem da internet

A Copa não deixou dúvidas: o uso da tecnologia no futebol chegou para ficar. No Brasil, o árbitro de vídeo ainda não foi instalado para todas as competições, mas vai começar a dar as caras neste ano. A partir das quartas de final, a Copa do Brasil vai contar com auxílio do VAR, como ficou conhecido durante o Mundial.

Mas a estrutura não será exatamente a mesma da usada na Rússia, a começar pelo número de câmeras: 33 espalhadas em cada uma das arenas russas. No Brasil, a expectativa é trabalhar com um número que pode ir de sete a 19 por jogo.

Mas esse não parece ser um problema. Para o coordenador do árbitro de vídeo da CBF, Sérgio Corrêa, o número de câmeras é mais do que suficiente para a atuação do VAR.

— Se tivermos o número base, que é sete, já resolve muito nosso problema — ressaltou.

O objetivo não é acabar com o erro no futebol, mas com as grandes injustiças. Espera-se um índice de 96 a 97% de acertos com o árbitro de vídeo, o que representa um aumento de 6 a 7% da média atual, segundo a CBF.

Ao contrário da Copa, em que uma central comandava o árbitro de vídeo por fibras óticas, a cabine do VAR será instalada em cabines dentro de cada estádio. Devem ser quatro profissionais trabalhando na sala: o árbitro de vídeo, um assistente, um operador e um supervisor. Caso o número de câmeras seja maior do que 12, serão adicionados à equipe mais um árbitro e um operador.

A CBF habilitou 39 árbitros, incluindo os que foram para a Copa: Sandro Meira Ricci, Marcelo Van Gasse e Emerson Augusto de Carvalho e Wilton Pereira de Sampaio.

R$ 70 mil por partida

Ao todo, serão 14 jogos com o VAR, das quartas até a decisão da Copa do Brasil, com um custo total estimado em R$ 1 milhão (cerca de R$ 70 mil por partida). As câmeras usadas pertencem a uma estrutura já usada pela Rede Globo, que vai ceder as imagens à Broadcasting, empresa responsável pela operação do VAR.

Antes do início do Brasileiro, a CBF propôs um pacote com árbitro de vídeo nos 190 jogos do segundo turno, a um custo estimado de R$ 50 mil por partida (R$ 3,8 milhões no total). Em votação, os clubes, que teriam que bancar a tecnologia, negaram a proposta. Desta vez, o investimento será da CBF.

Uma preocupação da comissão de arbitragem é o quanto as pessoas sabem sobre o VAR. A falta de informação pode tornar a decisão da arbitragem polêmica. Os torcedores receberão panfletos durante os jogos. Os times da Copa do Brasil terão reuniões técnicas para tirar dúvidas e explicar o que o VAR pode fazer, e quando pode agir.

Fonte: Da internet
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